domingo, 31 de julho de 2005

FoToS ToSCaS Que eu ReCeBo...


Essa foto foi tirada no Reino do Arrocha em 2004 (pelo menos foi o que me contaram) - Olha que casal lindo!

Resolvi compartilhar algumas das fotos cômicas que me me mandam!

sábado, 30 de julho de 2005

Para uma amiguinha!

Hoje eu gostaria de dedicar uma música, que adoro, para uma amiga que também adoro:


Devia ter amado mais, ter chorado mais
Ter visto o sol nascer
Devia ter arriscado mais e até errado mais
Ter feito o que eu queria fazer
Queria ter aceitado as pessoas como elas são
Cada um sabe a alegria e a dor que traz no coração


O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar


Devia ter complicado menos, trabalhado menos
Ter visto o sol se pôr
Devia ter me importado menos com problemas pequenos
Ter morrido de amor
Queria ter aceitado a vida como ela é
A cada um cabe alegrias e a tristeza que vier


O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar...


Devia ter complicado menos
Trabalhado menos


***S*i*M*P*L*e*S*M*e*N*T*e***G*a*T*i*N*H*a***


Minha amiga me ligou na sexta-feira realmente triste, pois a psicóloga havia dito que ela "estava se expondo demais" só pq ela mandou um e-mail pra um carinha que ela gosta (e-mail que nós duas bolamos). Achei um absurdo para uma profissional dizer isso, ainda mais pra uma pessoa que se incomoda bastante com comentários alheios. Fiz algumas perguntas pra minha amiguinha: "Será que pessoas podem amar sem se arriscar? Conhecer gente nova sem se expor? Casar, ter filhos, encontrar a felicidade sem colocar sua vida e sentimentos em jogo? - Se vc não se expõe, se vc não se arrisca, vc também não vive... e quando chegar lá nos seus noventa e tantos aninhos vai olhar pra trás e se arrepender de tudo o que não fez... vai dizer 'Devia ter amado mais, ter chorado mais, ter visto o sol nascer...'" 


"É preferível se lamentar pelo excesso do que pela falta"  

Fotos da Turma de Gastronomia


(da esq. p/ dir.) Luis, Railene, Neide, Tati, Aline, Rogério, Jeff (De braços abertos)

Alguns momentos com a turminha da cozinha... nem que seja fora da cozinha! (Obs.: Preparem-se para o Show de Horrores que vem pela frente! hehe)

terça-feira, 26 de julho de 2005

Vai sair?

É noite e ele pergunta: "Vai sair amanhã?" Ela responde: "Não, estou cansada demais pra aceitar sair amanhã!" Ela acorda 6:40h e ele já vai indagando: "Vai sair, é?" E ela responde: "Não, tenho assuntos a resolver". Ela preparando o desjejum e ele pergunta: "Você vai passar pelo centro hoje?" E ela tentando manter a calma responde: "Não, já disse que não vou sair!". Quando ela sai do banho ele pergunta, enfim: "Vai sair?" E ela estoura: "PELA MILÉSIMA VEZ, NÃO!" E ele completa com ar inocente: "Calma! Não precisa gritar... só queria saber!"


Não sei se já estou cansada de ouvir esta pergunta idiota ou de ver que tem alguém querendo se meter na minha vida 24 h por dia!

quarta-feira, 20 de julho de 2005

:-(

Não seria nada anormal dizer que estou "um tanto triste"... e pra terminar, nem está dando pra procurar muita diversão. Tenho convivido muito mais com o meu pai, que está trabalhando apenas em Salvador. Tem sido árduo, pois até as minhas saídas usuais ele tem controlado.
Estou me sentindo presa, controlada, vigiada.... estou tensa sem estar na TPM.
Como se não bastasse a pressão, ainda tem a minha mãe que está conspirando contra uma pobre cachorrinha que eu adotei. A cachorrinha é um doce... uma "Basset Paraguaia"(Basset + Vira-lata) marrom com a boca e as orelhas pretas. É fofa, carinhosa, brincalhona, educada. Foi abandonada pelos ex-donos, que foram embora e deixaram ela pra trás. Tudo começou com Susam e meu pai, que deram comida algumas vezes para ela... até que numa dessas noites de chuva, deixamos ela dormir aqui em casa. De lá pra cá, ela está presente no desjejum, almoço e jantar, porém, minha mãe (que odeia os pobres animais) tenta de toda forma colocar a "Pequena" pra fora daqui!
Mesmo com toda a afeição que tenho por ela, mas estou tentando arrumar um dono, pois não sei até quando poderei enrolar minha mãe. Logo, quem quiser se candidatar a Dono(a) de uma linda cachorrinha, fala comigo! Em breve, colocarei uma foto dela aqui!


Contato: (71) 9914-7730 - Tatiane

terça-feira, 19 de julho de 2005

Blue Sunday


"Havia um enorme tanque (tipo de combustível) com 3 torneirinhas... eu e mais duas pessoas dávamos fortes tombos pra que a água movimentasse e conseguíssemos encher nossos copos... eu bebi vários copos e minha sede não passava de jeito nenhum!"


Eram 5:45h de segunda-feira, quando acordei daquele sonho estranho, morrendo de sede e fui tentar secar o bebedouro (só foram 3 copos). A água gelada acabou me despertando, mas as lembranças estavam vivas em minha mente. Voltei pra cama, tentei dormir de novo, mas o pensamento era único... minha ressaca tinha nome: o Pit Bull.


Pela forma como começou nosso relacionamento eu já sabia que não podia me iludir de forma alguma... mesmo pra os 17 anos do garoto. Não que eu tivesse passado más impressões ou vice-versa, mas foi uma paixão avassaladora... no dia que eu o conheci, lembro de ter chegado em casa dizendo que encontrei "o amor da minha vida"!


"Now, I'm gonna love you, Till the heavens stop the rain
I'm gonna love you
Till the stars fall from the sky for you and I."


Mal tinha conhecido ele e já havia perdido... não tínhamos telefones, endereços ou quaisquer referências... somente um encontro marcado pra uma certa data, que por conta de uma forte chuva, não aconteceu. Até repeti o ritual, indo ao lugar que nos encontramos na primeira vez, no mesmo dia da semana, no mesmo horário... mas não o encontrava. Já havia perdido a esperança de encontrá-lo novamente... até que quase dois meses depois, por acaso, cruzamos nossos caminhos. Foi maravilhoso... haviam 2 pares de olhos brilhantes, dois sorrisos fantásticos e muiiiiiito tesão naquele momento... e por vários outros seguintes. A boa notícia é que eu estava encantada por ele... a má notícia era que ele tinha uma namoradinha de 15 anos a quem ele adorava enrolar... logo, tentei encarar como uma mera curtição, afinal, "um cara que dá corno na namorada comigo, não serve pra ser meu namorado". Passamos deliciosos momentos juntos... certo que tive meus momentos amargos de "back door woman" como no Dia dos Namorados ou até pequenos desentendimentos, como o do São João... mas não demorou muito pra que voltássemos... bastou umas súplicas ao telefone.


"Come on baby, light my fire
Try to set the night on fire, yeah"


No dia do meu aniversário (05/07) realmente ele me surpreendeu. Ele não era o único cara da festa que eu já tinha ficado... logo, eu estava disposta a tratar todos como bons amigos, mas ele preferiu aparecer como "o namorado"... ficamos, curtimos, saímos, causamos comentários e, é óbvio, fizemos aquela perguntinha básica: "Quando te vejo de novo?" - Fiquei de passar 2 dias depois (07/07) na casa dele. No dia e na hora marcada passei lá, mas pra minha infelicidade ele não estava... não perdi tempo e arrumei logo uma outra coisa pra fazer, algo que justificasse ter saído de casa naquela chuva. Fiquei realmente irada pela desfeita... mas ele tinha direito a uma justificativa, não que eu corresse atrás, apenas uma justificativa. Só neste domingo (17/07) ele reapareceu, meio de longe com o irmão e um amigo... o irmão dele me viu, acenei... o Pit Bull falou alguma coisa que ninguém que estava perto de mim entendeu... mas nem me esforcei. Ele sabia onde eu estava, com quem estava... na hora que quisesse poderia me chamar pra um papo.


Numa certa hora da noite, eu e Tony notamos que havia uma galerinha em volta da gente... coisa da qual estávamos fugindo... saímos andando até que sem querer me bato de frente com o Pit Bull, o irmão e mais dois colegas. Depois do boa noite houve um oferecimento mútuo das "drogas" consumidas... eu não era a única que estava "muiiiiito doida". Com um ar um pouco irônico comentei do bolo que levei dele... ele bebia no meu squeeze enquanto dizia que teve um imprevisto e estava na casa da avó. O irmão dele chamou e ele se despediu dizendo: Vou nessa! - Nesta hora fiz questão de falar: "Até o dia de São Nunca à tarde!" - Ele se deu de ombros e foi embora!


"Shut my windows, lock my doors
Cause my heart won't be your rag doll anymore."


Passei boa parte da manhã de segunda me perguntando se fui drástica demais eu dizer "Nunca".


"Nunca! Nem que o mundo caia sobre mim
Nem se Deus mandar...
nem mesmo assim, as pazes contigo, eu farei!"


Arrependimento?? Só por não ter escolhido melhor as palavras... talvez as palavras tenham sido ideais... afinal, dizem que as pessoas só dão valor depois que perdem!

O longo weekend

Só hoje me dei conta que não havia postado nada em meu blog no final de semana... apesar que não lembro de ter acontecido coisas muito interessantes na semana passada. Perdi a minha sexta e sábado em um teste que não me levou a lugar algum... a não ser conhecer uma boa banda e gente nova! O teste era pra uma banda de "FoRRock" super 10... mesmo o vocalista sendo um carinha com pequenos surtos de "Pop Star" e que mais parecia André Matos (Exceto pela beleza... pois ele tentava ser bonito, mas passava muito longe!) cantando forró! Uma coisa! (kkk) Quanto ao teste, acabei não sendo a escolhida... não porque cantava mal, ou porque não me entrosei.... não, nada disso, o problema eram os tons utilizados... eram muito altos! Cantar como a turminha do Calcinha Preta, eu agüento na boa.... mais alto que isso, não dá!


Depois de dois dias de dedicação à saúde e à voz limpa, aproveitei (enfim) pra curtir o domingo. Havia marcado com Tony pertinho da minha casa só mesmo pra bater um papo, mas só no final da noite que fui me dar conta que a gente nem conversou tanto... a gente se distraiu com o coquetel que levei em meu "squeeze" e o Vinho com alcatrão que veio depois... e depois disso as coisas estavam meio embaçadas. Quando as coisas estavam mais claras, eu estava usando a faixa que divide a pista como linha reta pra mostrar que andar reto não era nenhum mistério... aproveitei ainda pra fazer o "4", o "16" e uma postura iogue (ainda no meio da rua). "Comediamos" com um "evangélico" que veio dizer que "Jesus tinha um plano pra gente" e depois fiquei cantando umas músicas do Angra em alto e bom "tom"... quando passou meu "ex-cunhado" e me olhou com aquele olhar de reprovação! Eu nem disse nada... só dei risada. Por mais que eu tente, nunca conseguirei ser tão errada quanto ele e o irmão dele! Depois disso fui pra pizzaria, enquanto Tony preferiu ir pra casa... pedi uma batata frita grande pra estabilizar meu sal (já havia consertado o açúcar) e poder voltar pra casa... encontrei Leo, que comprou um açaí e fomos pra um cantinho qualquer pra bater papo enquanto devorávamos nossas guloseimas.



O fim de tarde da Segunda-feira foi maravilhoso... encontrei Ivã que não via há mais de um ano, só mantínhamos papos super longos por telefone. Marquei com ele num lugar estratégico daquele bairro: em frente à igreja católica. Como cheguei mais cedo que Ivã, fiquei esperando num dos cantinhos em frente a igreja... não queria chamar muita atenção, mas não teve jeito. Tinha um homem dentro de um carro do outro lado da rua (em frente à praça) que insistia em acenar e me chamar. Inicialmente eu fingi que não estava vendo, mas a insistência do homem era tão grande que ele começou a buzinar.... eu comecei a rir sozinha e a pensar comigo mesma: "Ele só pode estar me confundindo com uma puta!" - Olhei pras minhas vestes e notei que nada, a não ser uma saia curtinha, poderia despertar esta dúvida nele. Antes que acontecesse qualquer coisa, eu entrei na igreja e fui pedir a Deus proteção! A Igreja estaria vazia se não fosse por mais 2 pessoas que lá estavam... então me apressei nas minhas preces e fiquei na espreita, até que vi Ivã chegando, corri pros braços dele numa crise de alegria misturada com riso. Quando contei o que aconteceu, eu não fui a única a rir. Em seguida fomos pra meu esconderijo secreto... é uma rua pertinho de um point (que rola farra de segunda a segunda) que vai dar num lugar maravilhoso. Enquanto conversávamos, Ivã olhava maravilhado pra o ambiente, pra calma que existia naquele lugar e indagava como eu havia descoberto aquilo. Ficamos umas duas horas conversando até que eu indaguei sobre o que havia mais adiante... mesmo com toda tranqüilidade mas passaram algumas pessoas (que pareciam conhecer há tempos o local) de visual bem "zen"... resolvemos bisbilhotar. Avistamos inicialmente três caras jogando sinuca, um reggae tocando suavemente de fundo... achamos que era um bar e fomos entrando... era mais que um bar: era perfeito! Rústico e maravilhoso. Fizemos um reconhecimento da área até que nos batemos com um rapaz que nos deu as "Boas Vindas". Procuramos algo para beber e acabamos optando por uma cerveja para brindar a descoberta... mas acabou sendo "1 cerveja" apenas... olhei pro relógio e eu tinha que voltar pra casa. Infelizmente tivemos que sair correndo de lá (mas com a promessa de voltar), correr pro ponto de ônibus, onde estava meu microbus... só deu tempo de dar um selinho em Ivã e entrar no carro. Nos primeiros 5 minutos me dei conta de que eu não queria apenas um selinho... mas depois acabei achando melhor que fosse dessa forma. Fiz um cálculo mental de quantos dos meus AMIGOS eu nunca beijei na boca... até que eu usasse apenas 1 mão, eu conseguiria achar o resultado: 3 amiguinhos! Dei risada de mim mesma... achei a razão pela qual tenho tantos amigOS e porque os amo! hehehehehe