
Eu, eu e eu!
Ninguém mais...
• 1/2 xícara (chá) de margarina;
• 1 1/4 xícara (chá) de açúcar mascavo;
• 2 ovos;
• 1 xícara de chocolate em pó ou 1/3 xícara (chá) de cacau em pó;
• 1 xícara (chá) de iogurte natural desnatado;
• 2 xícaras (chá) de farinha de trigo + fermento (Se quiser, opte pela farinha integral);
• 1 1/4 colher (chá) de bicarbonato de sódio;
• 1/3 xícara (chá) de água.
Modo de Fazer:
Num recipiente, bata bem a margarina com o açúcar mascavo (1) até formar um creme (2). Junte os ovos (3) e continue batendo (4).
Acrescente alternadame
nte o chocolate (5) com o iogurte (6). Adicione a farinha de trigo aos poucos (7) e em seguida o bicarbonato de sódio dissolvido em água.
Coloque em forma untada com margarina e farinha de trigo (8) e leve para assar em forno médio (9).
No final da noite de 20 de fevereiro e início da madrugada do dia 21 poderemos acompanhar (se as condições meteorológicas permitirem) todas as fases de um Eclipse Total da Lua.
Olhem a tabela com os horários:
| Nº | FASES | F | DATA | CLÁSSICO | DANJON |
| 1 | Entrada da Lua na penumbra | P1 | 20.02.2008 | 21h 35m | 21h 36m |
| 2 | Entrada da Lua na sombra | U1 | 20.02.2008 | 22h 43m | 22h 43m |
| 3 | Início do eclipse total | U2 | 21.02.2008 | 00h 01m | 00h 01m |
| 4 | Meio do eclipse | M | 21.02.2008 | 00h 26m | 00h 26m |
| 5 | Fim do eclipse total | U3 | 21.02.2008 | 00h 51m | 00h 51m |
| 6 | Saida da Lua da sombra | U4 | 21.02.2008 | 02h 09m | 02h 09m |
| 7 | Saida da Lua da penumbra | P4 | 21.02.2008 | 03h 17m | 03h 16m |
| 8 | LUA CHEIA | LC | 21.02.2008 | 00h 31m | |

| Rating: | ★★★★★ |
| Category: | Music |
| Genre: | Pop |
| Artist: | Moska |
Creio que isso é mal de canceriano... "trair a minha confiança" pode ser dado em milhares de circunstâncias.
Nunca fui uma familiar muito apegada. Estou perto nos momentos necessários e, muito raramente, nos momentos desnecessários. No que diz respeito a minha bisavó, eu procurava estar perto só nos momentos mais urgentes, afinal, conheço a índole e sei que quem vive perto nunca presta. Com a chegada de uma nova empregada doméstica acabei me tornando a solução de todos os males, pois para tudo que ela precisava, vinha correndo aqui em casa: tirar a temperatura, dar um xarope, ligar para o disk gás e outras milhares de coisas. Sempre Tatiane, sem direito a estar cansada, trabalhando ou indisposta. Sempre Tatiane socorrendo a bisavó cega. Nos meados de novembro, encontrei-a em minha casa (enquanto familiares que tomavam conta foram à missa do primo morto há uma semana) conversando com meu pai. Durante algumas vezes naquela noite, eu saí e voltei para casa ao ponto dela achar que eu estava fora enquanto conversava ao meu respeito. Me criticou, me ofendeu, disse que eu vivia em meu mundo e pouco me importava com as pessoas. Minha única reação naquele momento foi agradecer e sair daquele lugar, mas ela nem reconheceu minha voz. A partir daquele dia assumi uma postura que têm irritado os meus familiares: resolvi ignorá-la, não ajudá-la e ter certeza que no dia em que ela passar mal e mandar me chamar para ajudar, eu deixarei ela morrer, para que o remorso por maltratar pessoas que se importam com ela seja o seu último sentimento e pesar. Dei a minha primeira prova de frieza ontem à tarde, quando a empregada veio aqui pedir um comprimido de Imosec para a "pobre senhora que sofria de diarréia"... e eu disse que não tinha (mesmo sabendo que tinha!).
Para quem observa a minha conduta sem conhecer a "pobre bisa", pode achar de imediato que sou alguma miserável e desnaturada, mas garanto que D. Stella já teria se tornado uma pessoa descente se alguém já tivesse feito isso com ela. Seja a minha prima que foi expulsa da casa por ela e na primeira oportunidade estava lá; ou os filhos e netos que tiveram que ouvir os belos gritos do Natal ("Nâo sei o que esse povo veio fazer em minha casa, eu quero ficar só!") e no Ano Novo já estavam lá novamente; ou os netos que são abertamente tachados de ilegítimos e as mães dos mesmos chamadas de adúlteras... mas que todo domingo vão visitar a velhinha. Eles têm sangue de barata, eu não... apenas desejo que nunca a vida dela esteja em minhas mãos!