sábado, 13 de junho de 2009

Você já deixou alguém constrangido hoje?

Não? Eis a sua oportunidade. Quando sair com com alguém do mesmo sexo, pare num ponto de ônibus e, quando um ônibus parar, escolha uma vítima do sexo oposto (de preferência não muito bonito e que esteja olhando na sua direção), faça um olhar sensual e comente com a pessoa do lado, deixando que ele leia nos seus lábios, a seguinte frase: "Olha que gatinho!".
A vítima ficará sem graça, vai se certificar de que o flerte é com ele e vai dar aquele sorriso amarelo, por falta de um buraco para meter a cabeça!
Eu adorava fazer isso!!! Experimentem!!

sábado, 30 de maio de 2009

Desafio de Matemática Básica (3)

Este é um desafio matemático. Dizem que os engenheiros resolvem em três minutos, os arquitetos resolvem em três horas, os médicos levam seis horas para resolver, e os advogados não resolvem nunca!!!!!!!  
Se você é bom em matemática, ou lógica, tente resolver. A resposta é a chave para abrir o arquivo e colocar o seu nome.
 
Qual é o sexto número da série abaixo?
1, 2, 6, 42, 1806, ______ ?

Lembre-se: a resposta correta é a senha para abrir o arquivo anexo.

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Um beijo ao amigo que me enviou este!

 

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Tatiane e Marcus: 4 anos

Quatro anos. O tempo passa rápido, mas não é inconsistente. Nesses quatro anos juntos, muita coisa aconteceu. Em alguns dias foram brigas, decepções e ameaças de término, como todo casal. Já no restante do tempo existiu a saudade, a carência, a vontade de estar junto e a interminável busca por agradar ao próximo. Ninguém disse que seria fácil ou perfeito, mas acabamos aprendendo que pode ser eterno e prazeroso. Por fim, se tivesse em minhas mãos a condição de voltar no tempo, garanto que faria tudo muito parecido... com exceção das brigas, pois brigaria mais, para que pudesse fazer as pazes mais vezes!!

 

Te amo, meu “troço chato”!

sábado, 23 de maio de 2009

Notícia de última hora

Nem me espanto se vir isso estampado no jornal:

Presidente Lula visita a Mongólia e conta que, no Brasil, os portadores de síndrome de Down são chamados de "mongolóides" (ou, simplesmente, mongol).

Depois do comentário em Istambul, estou preparada para estas fortes emoções!
Não viu?? Então, veja:
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,lula-comete-gafe-ao-explicar-uso-do-termo-turco-no-brasil,374764,0.htm

segunda-feira, 18 de maio de 2009

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

A garota que casou porque queria uma festa

Não a culpo, integralmente, por este devaneio, afinal, aos 27 anos, a garota nunca teve uma festa em sua homenagem. Pelo menos, desde quando eu a conheço (1989), só lembro de um bolo (feito por minha mãe) para a 1ª Comunhão.
Eu soube do casamento nos meados de novembro de 2008, mas não faço a menor idéia de quando estes planos começaram. Depois dos rumores da união, chegou à nossa porta a lista do chá de cozinha, repleta de custosos itens em inox (até o saleiro!) e carente de assinaturas. Este aconteceu no final de dezembro, mas minha mãe não pode ir (mandou o presente antes), contudo, soube que não perdeu muita coisa. Imaginem que na véspera do Chá e sob influência de uma tia, a garota descobriu que tinha que oferecer algo para os convidados comerem e beberem: uma bandeja de pãozinho e 04 litros de refrigerante. Se a organização de um mero Chá de Cozinha foi neste ritmo, fiquei imaginando como seria o Casamento.
O bonito convite chegou lado a lado com alguns detalhes intrigantes sobre a formulação do evento, que vai desde a escolha do local (Vilas do Atlântico chega a ser um exagero para a condição social dela) até a quantidade de convites impressos (300... não são convidados, mas convites por família).
As semanas passavam, o dia estava cada vez mais perto e o desespero chegava a ser cômico: não havia muita coisa pronta e nem por fazer. Como um buffet, para quem convidou 300 famílias, sairia muito caro, ela pediu a sogra que preparasse um jantar para a recepção: um bobó de camarão. Infelizmente esta “sogra-orçamentista” errou feio nas contas, pois pediu 18kg de camarão. Isso não daria nem para 300 pessoas, quanto mais para 300 famílias. Com o desespero se abatendo sob a família da “moça”, fomos espectadores das coisas mais contrastantes, pois ao mesmo tempo que se gabava por fazer um tratamento capilar de R$500,00 e pagar R$600,00 só pelo tecido do vestido, a garota chorava miséria aos familiares e implorava ao pai para que ele pegasse um empréstimo. Desespero ocorreu nos dois últimos dias, quando o noivo descobriu que não tinha mais dinheiro para o prometido bolo e as bebidas. Sei que o bolo caiu nas costas de uma amiga dela (quase sobrou para minha mãe), as bebidas foram empurradas para o tio, as flores, a igreja e a lua-de-mel ficaram por conta do pessoal da igreja (Que queixo!!!) e a pobre avó, aposentada com 1 salário mínimo, quase perdeu R$250,00 para a nora muito esperta.
Mesmo com este horroroso repertório, a garota ainda queria mais. Um longo vestido, 7 casais de padrinhos, pajem, damas de honra, uma garotinha para jogar pétalas de rosas... Que sonho! O casamento, marcado para às 19h só começou depois das 22h, a madrinha/prima dela (a que deveria assinar no livro) faltou, o pajem ficou com medo e não levou as alianças, uma das damas de honra teve de ser arrumada às pressas (pela ausência da outra) e, por fim, o noivo só chegou muito depois do atraso da noiva. Casamento feito, pais livres dos filhos insanos, chegou a hora da recepção. O bobó de camarão ficou na promessa, pois nem o cheiro apareceu! O que fez sucesso foi um macarrão parafuso com ravióli. Onde já se viu uma coisa dessa em um casamento??
Espero que isso sirva de alerta para todos os pombinhos que pensam em juntar suas escovas de dente! Nada de voar alto demais! Planejem mais, gastem menos e sigam felizes!